Política

Comissão de inquérito ao INEM suspensa uma semana devido às presidenciais

Esta é a terceira suspensão dos trabalhos da CPI, após as pausas motivadas pelo período de Natal e Ano Novo e pela primeira volta das eleições presidenciais. O foco da comissão inclui a atuação do INEM durante a greve do final de outubro e início de novembro de 2024 e a relação das tutelas políticas com o instituto desde 2019.

Comissão de inquérito ao INEM suspensa uma semana devido às presidenciais
NurPhoto

A comissão parlamentar de inquérito (CPI) ao Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) decidiu esta quarta-feira suspender os trabalhos durante a próxima semana, devido à segunda volta das eleições presidenciais.

A suspensão dos trabalhos da CPI, entre 2 e 6 de fevereiro, foi aprovada por unanimidade.

Esta é a terceira suspensão dos trabalhos da CPI, após as pausas motivadas pelo período de Natal e Ano Novo e pela primeira volta das eleições presidenciais, ocorridas entre 19 de dezembro e 6 de janeiro e entre 12 e 16 de janeiro, respetivamente.

Os deputados também aprovaram por unanimidade o adiamento da entrega à comissão das perguntas que serão enviadas por escrito a cerca de 40 entidades e personalidades, ficando agendada para a próxima segunda-feira, até às 12:00.

A CPI ao INEM realiza o quinto dia de audições com o depoimento do enfermeiro diretor do INEM, Rui Campos.

Estava igualmente prevista para hoje a audição do presidente da Associação Portuguesa dos Bombeiros Voluntários (APBV), João Jordão Marques, que se encontra de serviço devido aos impactos da depressão Kristin, responsável por um rasto de destruição, vários desalojados e quatro vítimas mortais. A audição do dirigente da APBV será marcada para uma data posterior a definir pela CPI.

Composta por 24 deputados e com 90 dias para apurar responsabilidades políticas, técnicas e financeiras relativas à atual situação INEM, a CPI foi aprovada em julho do ano passado por proposta da IL.

O foco inclui a atuação do INEM durante a greve do final de outubro e início de novembro de 2024 e a relação das tutelas políticas com o instituto desde 2019.