Um relatório conclui que a investigação aos crimes de violência doméstica falha porque o Ministério Público não tem em conta os antecedentes criminais dos acusados. As conclusões do relatório partem da análise de um caso de 2020.
O caso em análise é o de um homem que depois de assassinar a mulher e do prazo de prisão preventiva aplicado ter esgotado, ficou em liberdade sem medidas de coação, durante um ano e oito meses.
Durante esse período, esse homem agrediu uma mulher, que apresentou queixa contra o agressor e apesar de já ter historial criminal, a investigação ignorou os crimes cometidos.
Entre janeiro e fevereiro deste ano, foram abertos mais 126 inquéritos por violência doméstica do que no mesmo período de 2021.
