Na Cova da Beira, a abertura do regadio vai ser antecipada para minimizar os prejuízos da seca. São cerca de seis mil hectares em plena produção, a maioria árvores de fruto.
É a chamada rega de sobrevivência: a prioridade são as árvores de fruto que ocupam quase metade do terrenos abrangidos pelo regadio, que é alimentado pelas barragens do Sabugal e da Meimoa.
A quantidade de água armazenada está longe de outros tempos e a falta de chuva obriga a um maior esforço na gestão da água e maior contenção de quem a utiliza. Ainda assim – e por enquanto – as barragens têm disponibilidade para irrigar os campos.
A associação que gere o regadio da Cova da Beira receia que a água não seja suficiente para enfrentar os meses de seca.
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