No menu para hoje temos dois temas nacionais e três temas internacionais: TAP e Orçamento do Estado, mais a vitória da extrema-direita na Alemanha, a preparação das presidenciais nos Estados Unidos e a posição da justiça brasileira face a Elon Musk. Sobre este último ponto, Pedro Marques Lopes coloca-se ao lado do Brasil e avisa que as democracias têm de reagir para evitar que fiquemos todos como fantoches dos vilões dos filmes do 007. Já Pedro Siza Vieira aponta à discussão sobre o OE e lembra que “o governo sente-se forte politicamente, sente que o povo está satisfeito com a governação e que não há razão nenhuma para mudar de governo”, para perguntar depois se alguém quer mesmo ir para eleições.
Podcast
Siza Vieira pergunta: “Luís Montenegro é um jogador? Está disponível para deitar o jogo a baixo, forçando a mão do PS e ir para eleições?”
Os políticos regressaram de férias e com eles volta também o Bloco Central. Pedro Siza Vieira e Pedro Marques Lopes analisam o caso da TAP, o Orçamento do Estado, a vitória da extrema-direita na Alemanha, a preparação das presidenciais nos Estados Unidos e a posição da justiça brasileira face a Elon Musk
Episódios
O mundo mudou, mas isso não tem grande espaço no debate presidencial de trazer por casa Pedro Marques Lopes: “Montenegro normalizou Ventura e o discurso anti-democracia” Siza Vieira: “Marques Mendes não chegou a disputar eleições como líder porque o PSD correu com ele. Por isso, não faz o pleno do partido” Pedro Marques Lopes: “Marques Mendes está desabituado da política e do contraditório” 2026: O ano em que Portugal volta a estar muito dependente do que acontecer lá fora. Esperemos que corra bem Figuras e acontecimentos de 2025: Xi Jinping, Trump mais a sua revolução e o massacre em Gaza Marques Lopes: “Montenegro é primeiro-ministro por causa do processo Influencer que deu em nada” Marques Lopes: “Não entendo o timing e o propósito do governo na proposta de alteração à legislação laboral” Pedro Marques Lopes: “O comportamento do Ministério Público parece a PIDE” Pedro Siza Vieira: “A revisão do Código do Trabalho mostra a miopia estratégica dos partidos à esquerda do PS”