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O Biclaque chega à Gare do Oriente e na bagagem tem cozinha criativa transmontana

Depois de Ribeira de Pena e Chaves, o Biclaque, restaurante nascido no Pena Park Hotel, chega à Gare do Oriente, em Lisboa. Na bagagem leva cozinha criativa transmontana em forma de “Estendal” de enchidos, “Alheira de rabo de boi e cogumelos”, mas também “presunto de pato” e “Irasshaimase”.

O Biclaque chega à Gare do Oriente e na bagagem tem cozinha criativa transmontana

“Abrimos sem aviso e de forma quase inesperada o nosso novo restaurante em Lisboa: o Biclaque X, no Parque das Nações, mesmo junto à Gare do Oriente”, descreve Ana Russo, diretora do Pena Park Hotel, onde nasceu, com a abertura do alojamento, há nove anos, o primeiro Biclaque. O conceito expandiu-se, entretanto, para Chaves, onde abriu portas em 2022 o Biclaque Trajano, e chega agora a Lisboa.

“É o nosso terceiro restaurante, diferente em tudo dos anteriores, mas fiel aos pilares da sua identidade — qualidade, autenticidade e inovação”, assegura Ana Russo, descrevendo alguns dos pratos disponíveis na ementa: apesar de o Biclaque X ter “um lado mais urbano e cosmopolita”, continua a “trazer para a mesa os nossos produtos próprios: o presunto de pato, a alheira de rabo de boi e cogumelos, o vinho Biclaque Origens e o Irasshaimase”, detalha.

Biclaque X

Aos comandos dos três espaços permanece a mesma equipa: liderando a equipa de cozinha, o chef Vítor Miranda, finalista do concurso Chefe do Ano 2025, e na sala o escanção Nuno Frade.

O espaço assume “uma expressão urbana”, revelando-se um restaurante cosmopolita, luminoso, de linhas modernas e ritmos citadinos, sem abdicar de “tudo aquilo que construímos até hoje: produtos com a nossa marca, serviço atento e uma cozinha que sabe contar histórias”, pode ler-se no comunicado que anuncia a abertura do restaurante. A primeira relaciona-se diretamente com o nome - e a imagem - que representa o restaurante: o bico-de-lacre, pássaro que era presença assídua enquanto decorriam as obras do restaurante, inserido no Pena Park Hotel, em Ribeira de Pena, e rodeado por ampla paisagem verde. Tornou-se símbolo das raízes, identidade e natureza locais.

Biclaque X

Quanto à ementa, “é apresentada em formato de jornal, porque queremos devolver à mesa o prazer de ler e conversar”, esclarece. Certo é que marcam presença sugestões que se tornaram imagem de marca do local, reflexo da cozinha criativa transmontana, seja em forma de “Estendal” de enchidos (€15), “Alheira de rabo de boi e cogumelos”, mas também “Presunto de pato” (€14) e “Irasshaimase” (€8), uma sobremesa que convida a entrar e sentir-se em casa.

Considere ainda o “Bacalhau Biclaque” (€12) e os "Croquetes de pato" (€7), a “Tábua d'Chaves”, recheada de fumeiro (€15) ou os “Cogumelos de Cerva” (€10) de entrada; o “Bacalhau do presidente” (€45), o “Arroz de polvo no forno” (€25), o “Prego de atum” (€15), ou de boi (€19), e a “Costeleta de Novilho” (€49).

Biclaque X

Nesta primeira fase, ainda em soft opening, o Biclaque X (Avenida Dom João II, 25A, Lisboa. Tel. 212493016), com capacidade para cerca de 50 pessoas, está aberto de segunda a sexta-feira, das 12h00 às 22h00. Para já, o espaço está encerrado ao fim de semana.

Biclaque X

Sobre a casa-mãe, o Biclaque Origens (Pena Park Hotel, Rua do Complexo Desportivo de Lamelas, Bustelo. Tel. 259100880), pode ler-se no guia Boa Cama Boa mesa 2025: “Cabe ao chef Vítor Hugo olhar para o que a Natureza dá e preparar com requinte e modernidade, mas sempre fiel à tradição, as propostas deste restaurante. A carne tem lugar de destaque, com a “Costeleta de novilho” e as “Bochechas de porco com puré de castanha”, mas mantém-se na ementa o “Bacalhau do presidente”, feito no forno, com puré e massa folhada, bem como os “Panadinhos de polvo”, com arroz do mesmo”.

Biclaque X

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