Cartaz

“Vilar de Mouros é mais do que um cartaz, é um estado de espírito"

Milhares de pessoas, entre as quais a mascote "Carlos Alberto", dão vida à aldeia de Vilar de Mouros, que habitualmente tem 800 habitantes.

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Num clima de descontracção são muitos os que por estes dias chegam à aldeia minhota com o festival mais antigo da Península Ibérica.

Desde 2018 quem também não falha uma edição é… a mascote conhecida por “Carlos Alberto, o macaco”.

Os bares começam a encher e até ao próximo sábado passam pelo palco The Libertines, The Cult ou Ornatos Violeta, entre muitos outros nomes da música internacional e nacional.

“Isto é único, todos os anos estamos juntos aqui, só aqui. Vilar de Mouros vale a pena”, diz ao Cartaz um festivaleiro.

“Vilar de Mouros é mais do que um cartaz, é um estado de espírito, é o pai dos festivais em Portugal e na Península Ibérica. É preciso estar cá para se perceber”, acrescenta outro.