Num clima de descontracção são muitos os que por estes dias chegam à aldeia minhota com o festival mais antigo da Península Ibérica.
Desde 2018 quem também não falha uma edição é… a mascote conhecida por “Carlos Alberto, o macaco”.
Os bares começam a encher e até ao próximo sábado passam pelo palco The Libertines, The Cult ou Ornatos Violeta, entre muitos outros nomes da música internacional e nacional.
“Isto é único, todos os anos estamos juntos aqui, só aqui. Vilar de Mouros vale a pena”, diz ao Cartaz um festivaleiro.
“Vilar de Mouros é mais do que um cartaz, é um estado de espírito, é o pai dos festivais em Portugal e na Península Ibérica. É preciso estar cá para se perceber”, acrescenta outro.
