Depois de ocupar o local temporário na estação de metro do Alto dos Moinhos, em Lisboa, durante quase 30 anos, o Museu Nacional da Música renasce, agora, numa ala do palácio com mais de 2.000 metros quadrados que estava desocupada.
O momento assinalado ao som do cravo, Tesouro Nacional, feito em 1758 pelo artesão português Joaquim José Antunes, marcou o primeiro momento musical da tão esperada casa permanente da coleção, que esteve quase 30 anos retida provisoriamente na estação de metro do Alto dos Moinhos, em Lisboa.
Durante décadas, autênticos tesouros nacionais conviviam timidamente com centenas de outras peças que, tal como o Museu, conhecem agora uma nova vida nos mais de 2.000 metros quadrados de uma ala que não estava ocupada no Palácio de Mafra.
Uma transição que melhorou a preservação da história musical do país, num processo que trouxe descobertas inesperadas.
Esta alteração representa um investimento de mais de 7.000 milhões de euros, assegurado pelo Plano de Recuperação e Resiliência.
O espaço convida o público a experimentar alguns instrumentos e também prevê programação permanente com concertos e atividades ao longo do ano.