Fernando Duarte lembra-se de acordar no hospital e ficar a saber que um carro tinha ido contra ele e estava destinado a ficar paraplégico.
Lutou, deu a volta ao destino e hoje é capaz de caminhar com a ajuda de muletas. Mas em seis anos só conseguiu trabalhar duas vezes num projeto da Segurança Social.
Sem direito a férias, sem direito aos descontos, sem direito a nada. Obrigado a viver em casa dos pais, continua à procura de trabalho.
