Uma realidade para a qual não existem números precisos e atualizados. O Estado não sabe quantos surdos existem, quem são, ou como vivem. Na habitual experiência com uma situação encenada, um homem, surdo, pede indicações na rua em língua gestual. A maioria passa indiferente. Dos poucos que se dispõem a tentar entendê-lo, ninguém consegue ajudar.
E Se Fosse Consigo? Ajudava? Ou seguia o seu caminho?

