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Uma "mão invisível" ajudou a subir e manter o preço das ações do BCP. Pedro Coelho explica como

Descomplicador

Uma "mão invisível" ajudou a subir e manter o preço das ações do BCP. Pedro Coelho explica como

Neste descomplicador, Pedro Coelho desvenda o esquema por detrás da subida do preço das ações e da manutenção nos "ilusórios quase seis euros". Um corpo estranho, 21 offshores, começaram a comprar maciçamente ações do BCP, com dinheiro que saiu diretamente dos cofres do próprio banco. O dono final dessas offshores era o próprio BCP. O esquema provocou prejuízos de cerca de 600 milhões de euros.

  • BCP ou o banco da Opus Dei?
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    Pedro Gil é numerário do Opus Dei. Foi, aliás, na Obra de Deus que o homem que abdicou de ter uma família, para se dedicar, por inteiro, a este misterioso ramo da Igreja Católica, conheceu Jorge Jardim Gonçalves. O fundador do BCP e primeiro administrador, Jardim Gonçalves, é supranumerário da Obra de Deus, ou seja: integra a Obra, mas vive em família, fora da Obra. Na altura de escolher o sucessor para o banco, a decisão recaiu em  Paulo Teixeira Pinto, também ele supranumerário do Opus Dei. Depois desta escolha inesperada, a ideia de que o BCP nasceu e cresceu como o banco do Opus Dei tornou-se difícil de combater.

  • Paulo Teixeira Pinto, sucessor de Jardim Gonçalves, liderou o BCP dois anos
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    Paulo Teixeira Pinto, sucessor de Jardim Gonçalves, liderou o BCP durante dois anos. Em 2007 foi afastado.Durante o tempo em que esteve à frente do banco mediou a resolução de alguns casos da campanha acionista de 2000-2001, os únicos resolvidos em negociação direta com o banco. Teixeira Pinto foi o único dos ex-administradores do BCP que aceitou responder às perguntas colocadas pela SIC.

  • Carlos Santos Ferreira e o fim do reinado de Jardim Gonçalves
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    Carlos Santos Ferreira pôs fim ao reinado de Jardim Gonçalves. Transitou da presidência da administração da Caixa Geral de Depósitos para o BCP, em 2008, amparado por acionistas como Joe Berardo. A Grande Reportagem "Más Ações" mostra-lhe como Carlos Santos Ferreira está no centro da segunda grande guerra nos primeiros 20 anos do BCP.

  • Jorge Jardim Gonçalves, o fundador do BCP e figura central da campanha acionista de 2000-2001
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    Jorge Jardim Gonçalves fundou o BCP em 1985. 20 anos depois, saiu da administração executiva, substituído por Paulo Teixeira Pinto. Uma saída repentina e uma escolha de sucessor inesperada. Em pouco mais de duas décadas de liderança, travou duas batalhas dentro do banco. Jardim Gonçalves esteve desde o início no centro da história da campanha acionista de 2000-2001, agora contada na Grande Reportagem SIC.

  • José Goes Ferreira e o perdão de 80 milhões de euros de dívida ao BCP
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    A Grande Reportagem SIC "Más Ações" explica o "esquema" usado pelo BCP para influenciar o mercado bolsista, durante as campanhas acionistas do banco dos anos 2000 e 2001. José Goes Ferreira, antigo administrador e membro do Conselho Superior do BCP, é um dos protagonistas desta história. O banco ter-lhe-á perdoado 80 milhões de euros de dívida. À SIC, o empresário nega. Fonte próxima do BCP informou, entretanto, a SIC que o processo corre em tribunal. A atual administração do banco quer reaver na justiça a verba alegadamente perdoada a Goes Ferreira.