Negócios da Semana

Um Orçamento do Estado com poucas novidades

Apesar de o Governo ter retirado da lei do Orçamento, medidas fiscais como a baixa de taxas de impostos, nomeadamente o IRS e o IRC, o documento terá obrigatoriamente de refletir o impacto nas receitas do Estado. Também os aumentos de salários, que passam pelas negociações com sindicatos e pela concertação social no caso dos privados, acabam por ter impacto em despesa e em receita pública.

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Para facilitar a passagem do documento no Parlamento, as matérias mais polémicas foram atiradas para legislação autónoma, por isso, na expressão de um governante ao Expresso este será um orçamento descafeinado, ou dos mais aborrecidos de sempre por não trazer grandes novidades.

Por causa disso, na véspera da apresentação no Parlamento do Orçamento de Estado para 2026, não vamos limitar-nos aos termos do documento, vamos avaliar toda a politica orçamental, fiscal, financeira e económica do Governo quatro meses depois da posse.

Luís Miguel Ribeiro, presidente da AEP - Associação Empresarial de Portugal, Óscar Afonso, economista e diretor da Faculdade de Economia da Universidade do Porto, Luís Leon, jurista e fiscalista e Catarina Castro, economista e comentadora SIC são os convidados de José Gomes Ferreira no Negócios da Semana.