Reportagem Especial

"Olhar, Sentir e Rezar"

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Paulo Gabriel

Paulo Gabriel

Repórter de Imagem

Rui Rocha

Rui Rocha

Editor de Imagem

O retrato do Serviço Nacional de Saúde no interior do país.

Nos últimos três meses, o Serviço Nacional de Saúde esteve concentrado no combate à pandemia, mas os problemas que já afetavam o SNS, não só não desapareceram, como foram agravados.

Milhares de consultas e cirurgias ficaram suspensas e os pacientes não Covid-19 agravaram doenças. Ou porque tinham medo de sair de casa ou por falta efetiva de resposta.

Cem dias depois da maior crise sanitária global, mantém-se a carência de médicos especialistas nos hospitais do interior do país que tem empurrado os utentes para uma saga de transferências sem precedentes.

Só no ano passado, o estado gastou quase seis milhões de euros no transporte de doentes da Guarda, Covilhã e Castelo Branco para Viseu e Coimbra.

A retoma da atividade clínica regular ainda só agora começou, e de forma desigual no país, mas nada evidencia que o chamado SNS de transportes venha a perder força.

  • 2:37
  • Marcelo Rebelo de Sousa: aprender a perder para depois ganhar o país

    Presidenciais

    Marcelo Rebelo de Sousa foi um predestinado. Nasceu e cresceu à boleia da ditadura, mas a sua luta foi pela democracia. Parecia não alimentar a vontade de alcançar altos cargos políticos e chegou mesmo a invocar o nome de Deus em vão: "Nem que Cristo desça à Terra!", dizia Marcelo. Declarou também que dez anos como Presidente da República era muito tempo. Mas ei-lo de novo a contrariar-se e a seguir o caminho que já lhe vinha a ser apontado.

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