Todos os dias, milhares de refugiados ucranianos continuam a chegar à Polónia.
No entanto, ao 10.° dia de guerra, a fila forma-se no sentido contrário, com muitas pessoas a quererem voltar a casa para combater.
Alexander foi deixar a mulher e a filha a Itália e agora está de regresso. Levou no carro, colchões, rádios e outros bens. Juntar-se ao exército é uma opção que está em aberto.
“É o meu país e eu tenho de estar na Ucrânia (…) Ainda não sei, mas se for necessário, junto-me ao exército”, afirma.
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