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Rastreios oncológicos continuam abaixo dos níveis pré-pandemia

Rastreio do cancro colo-retal é o que mais se aproxima dos níveis pré-pandémicos

Expresso

O número de rastreios oncológicos feitos nos cuidados primários de saúde continua abaixo dos níveis pré-pandemia. Até julho, verificou-se, segundo o jornal “Inevitável”, uma recuperação de utentes com os exames em dia. Contudo, o número de utentes com mamografias, papanicolaus e colonoscopias atualizados, continua abaixo do que acontecia antes da pandemia.

De acordo com os dados disponíveis no Portal da Transparência do Ministério da Saúde, em julho havia 480.846 mulheres com registo de mamografia nos últimos dois anos. Já em julho de 2020, o valor era de 555.141 e, em julho de 2019, 581.245. Em relação a 2019, houve uma quebra de 17%.

Quanto às colpocitologias - rastreio do cancro do colo útero através do papanicolau -, 903.726 mulheres tinham o exame atualizado. No ano passado eram 1.015.126 e em 2019 eram 1.045.157, ou seja, menos 13,6% do que em julho de 2019.

Já no rastreio do cancro colorretal, os números aproximam-se mais dos níveis pré-pandémicos. Em julho havia 1.518.214 utentes do Serviço Nacional de Saúde com o rastreio do cancro colorretal feito. Em 2020 eram 1.519.032 e em 2019 eram 1.564.882. A quebra foi de 3%.

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