Os afogamentos de crianças continuam a aumentar. De acordo com os dados mais recentes, 2022 foi o pior ano registado, com um total de 19 crianças afogadas. As piscinas são um dos locais onde há mais acidentes.
Os afogamentos são a segunda causa de morte acidental mais frequente em crianças.
Raquel Urbano, do Instituto de Sobrevivência Aquática de Bebés, sublinha que a “primeira linha” para evitar estes acidentes é mesmo “a supervisão de um adulto”, sempre que a criança entra na piscina ou no mar.
Aconselha também a frequência de cursos de sobrevivência aquática, para as crianças saberem“como reagir se caírem à água”. Mas há mais medidas de prevenção a pôr em prática: barreiras na piscina, alarmes e formação em socorrismo por parte dos pais.
A maior parte dos acidentes acontece em crianças até aos 4 anos e em adolescentes entre os 15 e os 19 anos. Os afogamentos ocorrem, sobretudo, em piscinas, mas também em banheiras e pequenos recipientes com água.