Paula Castanho

Jornalista

Costumo dizer que sou jornalista desde a escola primária, os porquês sempre me acompanharam e quando percebi que havia uma profissão que permitia descobrir temas novos, todos os dias, deixei tudo o resto para trás. Ser jornalista, entranha-se em nós é como se o mundo estivesse ao nosso alcance e a história entra na nossa vida, de um momento para o outro... estamos onde tudo acontece! Eu estava lá, quando a ponte Vasco da Gama foi inaugurada em 29 de março de 1998, dois meses antes da abertura da Exposição Mundial, onde passei em trabalho um dos melhores verões da minha vida; viajei no Falcon, ao serviço do Estado português, com o secretário de Estado das Comunidades, António Braga, quando sete portugueses morreram e oito ficaram feridos no autocarro de turismo que caiu numa ravina, em Ceuta; acompanhei diferentes cirurgias, em blocos operatórios de diferentes unidades hospitalares do país, sentindo o quanto a informação em saúde é importante.. São apenas algumas das muitas histórias que justificam o percurso no jornalismo, onde simplesmente, tenho sido feliz.