Elvira Fortunato foi reconhecida com o Prémio Pessoa 2020. Recentemente, tinha vencido o prémio “Horizon Impact Award 2020” da Comissão Europeia pelo impacto criado pelo projeto “Invisible” que permitiu desenvolver o primeiro ecrã produzido com materiais sustentáveis.
A interação do papel com a nanotecnologia foi, desde cedo, uma das provas da capacidade de inovação de Elvira Fortunato, reconhecida em 2008 pelo European Research Council com uma bolsa no valor de 2,5 milhões de euros. Foi a primeira mulher portuguesa a conseguí-lo.
Desde aí, a professora catedrática no Departamento de Ciências dos Materiais da Faculdade de Ciências e Tecnologias da Universidade Nova de Lisboa demonstrou, juntamente com a equipa, a possibilidade de fazer o primeiro transístor de papel. Iniciou um novo campo na área de eletrónica de papel, um legado que reuniu o consenso do júri da edição de 2020 do Prémio Pessoa.
Um trabalho que mereceu cerca de 20 distinções ao longo de mais de 10 anos. Já em 2020, Elvira Fortunato foi considerada uma forte candidata ao prémio Nobel da Física, venceu o prémio Horizon Impact Award pelo trabalho no projeto “Invisible”.
Para além disso, foi condecorada em 201 com o grau de Grande Oficial da Ordem do Infante D. Henrique, o Navegador atribuído por todas as conquistas científicas alcançadas pela vencedora da 24.ª edição do Prémio Pessoa.
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