A cantora Céline Dion anunciou na terça-feira um documentário que acompanha a sua vida desde que foi diagnosticada com Síndrome de Pessoa Rígida, em dezembro de 2022.
O documentário intitulado “I Am: Céline Dion” (“Eu Sou: Céline Dion”, em tradução livre) vai ser lançado pela Amazon Prime Video em mais de 240 países. Ainda sem data de estreia, sabe-se que foi filmado durante mais de um ano e é um retrato “íntimo e cru” de um período crucial na vida da cantora.
“Estes últimos anos têm sido um grande desafio para mim, a viagem desde a descoberta da minha doença até aprender a viver com ela e a geri-la, mas sem deixar que ela me defina”, escreveu Céline Dion nas redes sociais.
“À medida que o caminho para retomar a minha carreira de artista continua, apercebi-me de como senti falta de poder ver os meus fãs. Durante esta ausência, decidi que queria documentar esta parte da minha vida para ajudar outros que partilham este diagnóstico”, acrescentou.
O que é a síndrome da pessoa rígida?
É uma doença neurológica rara, que afeta uma pessoa em cada um milhão. A maioria dos neurologistas terá contacto apenas com um ou dois casos durante a sua carreira. Para já, há poucos dados e pode levar anos a ser diagnosticada e a adaptar o tratamento.
A doença tem provocado a Céline Dion espasmos musculares e tem afetado algumas funções motoras. Esta doença pode causar também sensibilidade a nível de estímulos visuais, sonoros e emocionais. Numa fase mais avançada, pode provocar mialgias crónicas e rigidez muscular estática. Os espasmos podem ser fortes ao ponto de fraturar um osso ou provocar outras lesões graves.
O diagnóstico obrigou mesmo a cantora a cancelar os concertos que tinha agendados para 2023 e 2024.
Cantora reapareceu em público ao fim de três anos
Em novembro, Céline Dion reapareceu em público depois de três anos. Na altura, a cantora publicou nas redes sociais fotografias com os seus três filhos num jogo de hóquei no gelo.
