Desporto

Pinto da Costa emociona-se ao recordar Alfredo Quintana

Jorge Nuno Pinto da Costa, presidente do FC Porto

FC Porto TV

"Quintana só desaparecerá no dia em que partir o último de todos aqueles que com ele lidaram", afirmou o presidente do FC Porto.

O presidente do FC Porto, Pinto da Costa, lamentou esta sexta-feira a morte de Alfredo Quintana, guarda-redes da equipa de andebol do clube, garantindo que ficará para sempre no coração dos que privaram com ele.

"Partiu, deixou-nos um grande vazio, mas ficará para sempre no coração de todos nós, de todos os que com ele conviveram, no seio sobretudo dos que lutaram dia a dia, juntamente com ele, para que o clube que ele amava, o FC Porto, fosse cada vez maior", disse o líder dos "dragões".

Em declarações à FC Porto TV, Pinto da Costa lamentou a morte de "um grande homem, um grande atleta, um grande portista, um cidadão exemplar", quando estava "na força da vida, aos 32 anos", após "11 anos dedicados de alma e coração ao FC Porto".

"Foi uma maravilha de atleta. Dedicou-se ao FC Porto a 100 por cento e, ao fim de quatro anos, quis assumir a nacionalidade portuguesa, pois, segundo disse, não queria mais sair do FC Porto. Infelizmente, este acidente lamentável e triste levou-o de junto de nós fisicamente, porque espiritualmente o Quintana só desaparecerá no dia em que partir o último de todos aqueles que com ele lidaram. Será uma memória viva para todos nós", referiu.

Alfredo Quintana morreu hoje, aos 32 anos, após sofrer uma paragem cardiorrespiratória na segunda-feira, durante o treino dos 'azuis e brancos', ao serviço dos quais conquistou seis campeonatos, uma Taça e duas Supertaças.

Quintana, que completava 33 anos em 20 de março, foi assistido de imediato, com apoio de uma viatura do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), tendo sido transportado para o Hospital de São João depois de estabilizado.

Nascido em Havana (Cuba), o guarda-redes, de 2,01 metros, ingressou no FC Porto em 2010, naturalizou-se português e tornou-se internacional em 2014, tornando-se numa referência da equipa das quinas, que representou em 67 jogos, tendo feito parte das seleções que conquistaram o sexto lugar no Europeu de 2020 e o 10.º no Mundial 2021, as melhores classificações lusas de sempre.

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