Desporto

Copa América. Messi dedica título a família, amigos e a todos os argentinos

Ricardo Moraes

"Este título também é para Diego [Maradona], que nos ajudou de onde quer que esteja", disse o internacional argentino.

Lionel Messi, capitão da seleção argentina de futebol, dedicou a vitória na Copa América, conquistada no sábado no Maracanã, numa final com o anfitrião Brasil (1-0), a família, amigos e todos os argentinos.

"Quero dedicar este êxito à minha família, que sempre me deu força para continuar, aos meus amigos, dos quais tanto gosto, a todos que nos apoiam e, em especial, aos 45 milhões de argentinos que tão mal passaram com esta m... de vírus, sobretudo aqueles que lhes tocou de mais perto. Isto é para todos vocês", escreveu Messi, na sua conta na rede social Instagram.

Melhor jogador e marcador da prova e rei das assistências, o 10 argentino não esqueceu também Diego Armando Maradona, falecido em 2020: "Este título também é para Diego, que nos ajudou de onde quer que esteja".

"Foi uma Copa América incrível. Sabemos que podemos melhorar muitas coisas, mas a verdade é que todos os 'miúdos' deixaram a alma e não posso estar mais orgulhos de ter a sorte de ser capitão deste grupo espetacular, escreveu o argentino.

Messi começa o texto por lembrar que a conquista aconteceu "no Maracanã e no clássico com o Brasil", mas lembrou para que se possa "continuar a festejar é preciso que as pessoas se cuidem e não se esqueçam que ainda falta muito para voltar à normalidade".

"Temos de aproveitar esta felicidade para ganhar um pouco de força para lutarmos juntos para derrotar vírus", pode ler-se ainda na publicação do argentino.

A terminar, Messi deixou um agradecimento: "Obrigado Deus por tudo o que me deste e obrigado por me ter feito ser argentino. Campeões da América".

A Argentina conquistou no sábado a sua primeira Copa América e futebol desde 1993, no que foi também o primeiro troféu conquistado por Messi ao serviço da principal seleção albi-cesleste, depois de um Mundial sub-20 e o ouro olímpico.

Um golo do ex-benfiquista Ángel Di Maria, aos 22 minutos, selou o triunfo dos argentinos, que nunca tinham batido o Brasil fora em jogos oficiais.

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