Desporto

César Peixoto: “O Benfica está forte, mas não há equipas invencíveis”

César Peixoto: “O Benfica está forte, mas não há equipas invencíveis”
Gualter Fatia
O Paços de Ferreira joga esta terça-feira, às 20:15, no Estádio da Luz com o Benfica.

O treinador do Paços de Ferreira garantiu que vai ao disputar "o jogo pelo jogo" com o Benfica, na partida em atraso da terceira jornada da I Liga de futebol, frisando que não existem equipas "invencíveis".

César Peixoto não vai poder estar banco no Estádio da Luz, devido a castigo, e conta com uma série de baixas na equipa, que ainda não tem pontos no campeonato e está à procura do primeiro golo.

"Não estamos na melhor fase, não começámos como queríamos, temos bastantes baixas, são 12 que não podem ser utilizados, por lesões, castigos e também casos relacionados com inscrições de novos jogadores. Os 14 ou 15 que estiverem disponíveis podem ser potenciados e perceber que é possível conseguir um bom resultado, apesar da superioridade do adversário", disse.

César Peixoto reconhece a dificuldade do adversário que vai enfrentar, mas acredita nas capacidades do seu grupo de trabalho.

O Benfica está forte, mas não há equipas invencíveis. O impossível no futebol não existe. Devemos ter coragem para conseguir gerir o jogo, chegar à frente e tentar fazer o golo

O treinador acredita que com "humildade e coragem" é possível surpreender.

O Paços de Ferreira tem de encarar todos os jogos da mesma maneira. Sabemos das dificuldades que vamos passar. O Benfica é uma equipa forte em todos os setores. Vamos tentar potenciar e valorizar o que de bom temos feito e melhorar em alguns aspetos, sabendo que com o Benfica é sempre muito complicado. Teremos de ser humildes, ter coragem e nunca virar a cara à luta

Sobre o pouco tempo para preparar este encontro, César Peixoto desvalorizou.

"Com recurso a imagens e por explicação. Está tudo organizado, mais intuitivo, filtrando as ideias. Para mim, não será a mesma coisa não estando no banco, como não será a mesma coisa para os jogadores, mas temos de nos adaptar ao que temos, contornar todos estes problemas, sabendo que depois da tempestade virá a bonança", garantiu.

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