Economia

Cenário para 2023 não será de “não crescimento e menos ainda de recessão”, garante Costa

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Primeiro-ministro anunciou também que a inflação vai desacelerar.

O primeiro-ministro garantiu que não há recessão no cenário macroeconómico para 2023 e que a inflação vai desacelerar. Antes dos partidos conhecerem os dados do Orçamento do Estado, o PSD vai apresentar propostas alternativas. Os sociais-democratas defendem uma redução no IRS até ao sexto escalão, entre as prioridades para o próximo ano.

A proposta do Orçamento de Estado vai ser entregue na Assembleia da República no dia 10 de outubro, e a aprovação final será no dia 25 de novembro, sendo que a sua aprovação já está garantida, uma vez que o Partido Socialista possui uma maioria absoluta.

O documento vai ser motivo de discussão e o PSD aponta uma mexida no IRS, como um dos grandes objetivos do partido. Luís Montenegro fala num “compromisso” que consumará “brevemente” e garante que tudo fará para que os jovens até aos 30 anos tenham uma taxa máxima de IRS de 15%.

Para além desta medida, os sociais-democratas veem como prioritária a redução do IRS até ao sexto escalão e a atualização dos escalões, de acordo com os 7,4% da inflação.

No universo das empresas, o partido defende uma redução do IRC, e a nível social quer o Indexante dos apoios sociais, valor que serve de base ao cálculo dos subsídios de desemprego, rendimento social de inserção e também dos abonos de família.

Esta sexta-feira, o ministro das Finanças vai dar a conhecer ao PSD os grandes números do Orçamento de Estado e o cenário macroeconómico. Cenário esse que António Costa afirma que não será de “não crescimento e menos ainda de recessão”.

O primeiro-ministro avança que o país enfrentará um cenário de “crescimento moderado, ajustado às realidades do tempo”. Para além disso, Costa aponta ainda que trabalhará no sentido de desacelerar a taxa de inflação.

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