Economia

Apoio de 125 euros: há queixas por alterações no IBAN, mas Finanças descartam responsabilidade

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À SIC continuam a chegar inúmeras queixas de pessoas que, após terem confirmado os dados nas Finanças, viram o IBAN alterado sem serem informadas.

O processo de pagamento do apoio extraordinário continua a levantar dúvidas. Várias pessoas apontam falhas à Autoridade Tributárias, que afirma não ter conhecimento de nenhuma situação anómala.

Durante o dia de ontem os apoios excecionais às famílias começaram a ser pagos a 500 mil portugueses. Contudo, ainda durante esta quinta-feira foram muitas as pessoas que se queixaram de que os seus dados no Portal das Finanças não estavam corretos, mesmo quando já tinham sido confirmados.

À SIC continuam a chegar inúmeras queixas de contribuintes que após terem confirmado o IBAN na plataforma depararam-se agora com vários campos de preenchimento em branco e um NIB aleatório.

Muitos dos queixosos alegam que o IBAN presente nos dados pessoais não pertence a nenhuma conta bancária, e que o mesmo foi alterado sem o seu consentimento.

Dada esta situação, a SIC contactou a Autoridade Tributária que esclareceu que no registo do IBAN, no cadastro do portal das Finanças, podem existir números referentes a contas antigas que já não estão em funcionamento. Para além disso, reforça que é essencial proceder à atualização dos dados, de modo a que o pagamento seja realizado dentro das conformidades.

Adianta que até ao momento não reconhece qualquer situação invulgar no processo de atualização do IBAN, contrariando assim as várias queixas que se têm verificado.

Para se certificar que o IBAN é o correto basta aceder ao portal das Finanças online, entrar na opção "IBAN-ATUALIZAR" e proceder à alteração para o número correto.

Se a conta que estiver registada nas Finanças já não existir, a transferência será devolvida à Autoridade Tributária que irá tentar realizá-la no mês seguinte.

Se o IBAN estiver corretamente inserido na plataforma, e como o processo de alteração demora duas semanas, as Finanças tentarão sucessivamente fazer o pagamento durante seis meses.


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