Na última semana, o cabaz alimentar da Deco Proteste ficou quase dois euros mais caro. As contas da defesa do consumidor mostram que o preço dos 63 bens alimentares essenciais subiu 1,77€, com o cabaz a custar agora quase 242 euros.
"A última vez que o cabaz alimentar tinha estado tão caro tinha sido na segunda semana de janeiro de 2024, logo após o fim da isenção de IVA nos bens alimentares", revela a Deco Proteste.
O peixe está entre os produtos que ficaram mais caros, inclusive a pescada e o salmão que aumentou quase dois euros desde o início do ano.
No mercado municipal de Torres Vedras, os vendedores destacam ainda o carapau entre os peixes que mais sofreram aumentos.
"As pessoas acabam por comprar menos peixe porque não têm poder de compra", disse uma vendedora.
Entre os produtos que ficaram mais caros na última semana estão também: cereais de fibra, curgete, esparguete, pão de forma sem côdea, farinha para bolos, bife de peru, manteiga com sal, febras de porco, robalo e arroz agulha.
