Economia

Banqueiros consideram que medidas do Governo para a habitação jovem estão a ter resultados positivos

Ainda assim, garantem que é preciso ir mais longe e aumentar a oferta do número de casas. Declarações esta quinta-feira de manhã, durante a apresentação de estudo do setor imobiliário que revela que quase 70% dos jovens das áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto dizem que as atuais ajudas do Estado não são suficientes.

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Medidas como a garantia pública na compra da primeira habitação ou a isenção de IMT para jovens até aos 35 anos entraram em vigor no verão. E quem concede empréstimos para a compra de casa nota já algumas mudanças. 

Ainda assim, estes números não significam, garantem os banqueiros, que as ajudas do Estado estejam a resolver o problema da habitação para os jovens.

Falta de oferta que tem de ser resolvida com o presidente da comissão executiva da Caixa Geral de Depósitos a deixar uma de várias soluções.

“Há planos aprovados com muitíssimos escritórios e em alguns não há uma necessidade e, portanto, se os planos com este pormenor puderam permitir que sejam para a habitação temos imediatamente aí casas que puderam estar no mercado daqui a dois, três anos”, diz Paulo Macedo, presidente da comissão executiva da CGD.

Sugestão deixada durante a apresentação de um estudo do Observatório do Imobiliário da Century 21 que revela que mais de 80% dos jovens entre os 20 e os 40 anos das áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto consideram que os preços elevados da habitação, seja arrendamento ou compra são o principal obstáculo para conseguirem a independência.

E que quase 70% acham que as ajudas oferecidas atualmente pelo Estado não são suficientes para ajudar a atingir esse objetivo.