À SIC, Virgílio Borges explica que o apoio a dois candidatos de famílias políticas diferentes é “secundário”, uma vez que o que interessa “são as pessoas, não os partidos”.
“Vou votar no Pizarro e, se estivesse em Lisboa, votava no Moedas. (...) O que interessa são as pessoas, não os partidos.”
Acrescenta ainda que, num momento de polarização política “muito grande”, é essencial que pessoas fora do aparelho partidário tenham uma voz ativa.
Uma sondagem feita pelo ICS e pelo ISCTE para a SIC e o Expresso realizada ao longo das últimas duas semanas revela que, se as eleições autárquicas fossem hoje, Carlos Moedas venceria em Lisboa com 30% das intenções de voto.
Ficaria à frente de Alexandra Leitão, adversária direta, mas apenas por dois pontos percentuais.
