“Vai ser um ano complicado, mas não vai morrer”, foi a frase que o médico lhe disse no momento do diagnóstico e que, segundo conta, foi a motivação de que precisava para enfrentar o processo com coragem.
Hoje, agradece ao médico que a acompanhou e, quando recorda essa altura, lembra-se do quão bonita se sentiu. “Estava a lutar pela vida”, explica Carla Andrino.
A atriz não deixa no entanto de recordar os momentos em que “não tinha energia sequer para subir uma escada”. Admite que viveu grandes conflitos interiores durante o processo, principalmente porque não queria que olhassem para si com pena.
“Não olhem para mim como se estivesse morta, não me enterrem de véspera”, era o que pedia aos mais próximos.
