Coronavírus

"A pessoa que ele era fica muito visível nos seus livros"

José Luís Peixoto fala sobre o escritor e amigo Luis Sepúlveda.

Especial Coronavírus

Conheceram-se há quase 20 anos, na segunda edição do festival Correntes d'Escritas, onde viria a estar com ele, a partilhar a mesma mesa pela última vez, este ano. Durante duas décadas foram alimentado a amizade, que "aconteceu em vários lugares", afirma o escritor português José Luís Peixoto.

Quando fala do colega de profissão, descreve-o como "um grande ficcionista", com sentido de humor, muito crítico e muito interventivo. Aos olhos de José, Luís Sepúlveda expõem-se muito nos seus livros - livros onde existem "mundos muito coloridos, muito ricos", mundos que o próprio transportava consigo.

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