Nestes tempos de confinamento e solidão, tudo seria muito mais difícil sem a leitura, a música, o cinema, aquela série na televisão, o documentário, o comediante, a voz daquela cantora, os atores naquela cena que nos arrepia, e também as pinturas, esculturas, fotografias aguardam o nosso regresso.
Não devia ser preciso estar sempre lembrar a importância da cultura para que a vida não se resuma a uma mecânica de trabalhar, comer, dormir, e depois repetir tudo. A arte é a identidade dos povos e tantas vezes o espelho onde percebemos a realidade.
Na véspera do Dia Mundial da Dança, eis os bailarinos da Ópera de Paris fechados cada um na sua casa, mais juntos do que nunca, num agradecimento a quem está na linha da frente do combate à Covid-19.
