Coronavírus

O alerta do Cristo Redentor no Rio de Janeiro sobre o uso de máscara

Pilar Olivares

O principal monumento turístico do Brasil tem servido para transmitir mensagens aos brasileiros.

Especial Coronavírus

A estátua do Cristo Redentor do Rio de Janeiro mostrou-se no domingo com máscara de proteção para alertar a população para o seu uso durante a epidemia da covid-19.

Fechado ao público desde meados de março, o principal monumento turístico do Brasil tem servido para transmitir mensagens de solidariedade para os funcionários da saúde brasileiros ou para outros países afetados pela covid-19.

Desta vez, o Cristo Redentor, situado no topo do morro do Corcovado, a 710 metros acima do nível do mar, "colocou" uma máscara de proteção sobre a boca e nariz para travar o contágio da doença. Sobre o corpo de pedra foi projetado um coração vermelho coberto também com uma máscara, e abaixo podia ler-se "Máscara Salva".

A iniciativa decorre no âmbito de uma campanha sobre o usso de máscara de proteção, promovida por especialistas brasileiros para combater a epidemia.

"Uma vez mais o Cristo Redentor apresenta-se como o símbolo máximo na formação de uma consciência coletiva pela preservação da vida", de acordo com uma nota do santuário.

O estado do Rio de Janeiro, o terceiro mais populoso do Brasil, com cerca de 17 milhões de habitantes, é um dos mais atingidos no país com 1.019 mortos e 11.139 infetados, de acordo com o balanço divulgado no domingo pelo Ministério da Saúde brasileiro. O Brasil regista já 7.025 mortos e 101.147 casos da covid-19.

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  • 1:31
  • Não estou de acordo

    Opinião

    Não estou de acordo com métodos medievais para enfrentar uma pandemia. Se os vírus evoluíram, a organização da sociedade também deveria ter evoluído o suficiente para os combater de outra forma. O recolher obrigatório é próprio dos tempos obscuros e das sociedades não democráticas. Proibir as pessoas de circular na rua asfixia a economia e não elimina a pandemia.

    José Gomes Ferreira