Coronavírus

Costa almoça com Ferro no dia da reabertura dos restaurantes

Ana Geraldes

Ana Geraldes

Jornalista

Primeiro-ministro apela a que todos sejam "parceiros ativos" na recuperação do país.

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O primeiro-ministro não quer antecipar medidas de incentivo à economia, como redução de impostos, mas diz que vai ser necessário um programa de emergência para a recuperação do país.

Depois de tomar o pequeno-almoço num café de bairro, António Costa combinou almoço com Eduardo Ferro Rodrigues num restaurante do Bairro Alto, em Lisboa, para dar mais um sinal de que é necessário voltar a fazer mexer este setor da economia que sai bastante fragilizado do combate à pandemia de covid-19.

À chegada ao local escolhido para o almoço com o Presidente da Assembleia da República, questionado sobre o orçamento suplementar que o Governo está a preparar o primeiro-ministro reconhece que a retração da economia é evidente que esse orçamento está a ser desenhado e vai ser discutido com os partidos, a partir do final desta semana, dependendo ainda daquilo que será o apoio de Bruxelas.

Certo para o primeiro-ministro é que terá que estar "associado a um programa de emergência, económico e social" para o relançamento da economia. E certo também é que "a pergunta já mudou", segundo António Costa, "há duas semanas a grande angústia era saber quando começava a austeridade. Felizmente já perceberam que não vamos começar com a austeridade", disse.