Coronavírus

EUA com quase 55 mil infetados de Covid-19 em 24 horas

Estudante de medicina, em Houston, no Texas, circula junto a uma fila de carros num centro de realização de testes à Covid-19.

David J. Phillip

O número de casos diários excedeu novamente os 50.000 como resultado do surto de infeções nos estados do sul e oeste, como Florida, Texas, Califórnia, Arizona, Geórgia e Carolina do Norte e Carolina do Sul.

Especial Coronavírus

Os Estados Unidos registaram 54.999 infetados por Covid-19 nas últimas 24 horas e elevou o total de casos confirmados para 2.931.142, de acordo com um balanço da Universidade Johns Hopkins.

O país contabiliza 130.248 óbitos desde o início da pandemia, segundo o balanço realizado às 20:00 de segunda (01:00 de hoje em Lisboa), pela agência de notícias Efe.

No período em análise morrerem 357 pessoas.

Nova Iorque continua a ser o estado mais fortemente afetado pelo coronavírus nos Estados Unidos, com 397.649 casos confirmados e 32.219 mortes, um número apenas inferior ao do Brasil, Reino Unido e Itália.

Segue-se Nova Jersey, com 15.229 mortos, Massachusetts, com 8.198, e Illinois, com 7.026.

Outros estados com um grande número de mortes são a Pensilvânia (6.754), Califórnia (6.427), Michigan (6.221) Connecticut (4.335).

Os Estados Unidos são o país no mundo com mais mortos e mais casos de infeção confirmados.

O Instituto de Métricas e Avaliações em Saúde da Universidade de Washington, cujos modelos para a evolução da pandemia são frequentemente utilizados pela Casa Branca, estima que o país chegue a outubro com cerca de 175 mil mortes.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 535 mil mortos e infetou mais de 11,52 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 1.620 pessoas das 44.129 confirmadas como infetadas, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.