Coronavírus

Enfermeiros e farmacêuticos pedem ao Governo melhor resposta para a segunda vaga

Ana Rita Cavaco diz que o Orçamento não tem "nenhum acréscimo para atribuir aos enfermeiros".

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O Presidente da República recebeu em audiência, esta terça-feira, as representantes da Ordem dos Enfermeiros e da Ordem dos Farmacêuticos. No final da audiência, as críticas foram para o Governo, a quem pedem uma resposta mais forte para a segunda vaga da pandemia.

“Nós acreditamos sinceramente que os próximos meses têm que ter uma resposta mais forte, mais conseguida do que aquilo que temos tido, sobretudo nesta segunda fase da pandemia. Na primeira fase estamos de acordo que houve uma resposta a uma coisa que não conhecíamos”, disse Ana Paula Martins, bastonária da Ordem dos Farmacêuticos, no final da audiência.

A opinião é partilhada pelos enfermeiros, mas Ana Rita Cavaco, bastonária da Ordem dos Enfermeiros, vai mais longe e critica o Orçamento de Estado para 2021 por não ter “nenhum acréscimo para atribuir aos enfermeiros”.

"Aquilo que é uma ausência de estratégia para os enfermeiros que estão absolutamente cansados, desmotivados, um bocadinho cansados de promessas vãs”, disse ainda a bastonária reforçando que os enfermeiros têm sido mal tratados.

Depois de saúde, segue-se a economia: Marcelo irá receber em Belém os representantes do setor.