Coronavírus

Estado de emergência. Restauração e comércio serão os mais afetados pelas novas medidas 

Empresários dizem que apoios são insuficientes. 

Especial Coronavírus

António Costa admite que a restauração e o comércio são os sectores que vão sofrer mais com as novas medidas impostas com o estado de emergência.

Com quebras na faturação superiores a 60%, há mais empresas que podem avançar para a insolvência.

Sem clientes e com encargos fixos, como o pagamento das rendas e dos salários, os empresários dizem que as medidas anunciadas não chegam. O Governo vai, por exemplo, criar subsídios para micro e pequenas empresas, assim como um mecanismo que converte empréstimos com garantia do Estado em créditos a fundo perdido.

Com o recolher obrigatório nos próximos dois fins de semana nos 121 concelhos de risco do país, também os centros comerciais ficam com uma margem reduzida para poderem funcionar. A associação do setor entende a medida, mas vai pedir um ajuste no horário.

A associação que representa o setor da hotelaria e alojamento turístico também considera que as ajudas do Estado devem ir mais além, porque as circunstâncias pedem medidas excecionais.