Coronavírus

OMS lamenta: "Uma a duas pessoas morrem, por minuto, nos EUA"

Mickael Ryan, da Organização Mundial de Saúde, diz que os números de mortos e de casos de Covid-19 nos EUA são "chocantes", sobretudo num país com um "forte sistema de saúde e capacidades tecnológicas fantásticas".

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Numa altura em que os EUA estão perto de superar os 15 milhões de casos e totalizam mais de 283 mil mortes por Covid-19, a OMS apoia-se nos "chocantes" números no país para defender o cumprimento das medidas, especialmente durante a quadra natalícia.

Uma preocupação partilhada por Anthony Fauci. O imunologista diz que as próximas semanas serão críticas e que tudo vai depender da forma como as pessoas vão, ou não, adotar as medidas de isolamento social no Natal e Ano Novo.

Entretanto, entre avanços e recuos, e apesar dos números dramáticos, Nova Iorque decidiu reabrir as escolas do pré-escolar e ensino básico. Em sentido contrário, Minneapolis, Detroit, Boston, Indianápolis e Filadélfia abandonaram o regime presencial e os planos de reabertura por causa do número crescente de casos.

No Brasil, o Estado de São Paulo já anunciou um plano de vacinação: o imunizante, produzido pela chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, vai começar a ser aplicado a partir do dia 25 de janeiro de 2021.

O Estado brasileiro mais afetado pela pandemia adianta-se, assim, ao plano do Governo central que prevê iniciar a vacinação só em março de 2021. No entanto, Jair Bolsonaro já veio garantir que a vacina será distribuída de forma gratuita e facultativa.

  • O cartão amarelo que não se percebe 

    Opinião

    Despir a camisola aquando da celebração de um golo é proibido pelas leis de jogo. Penso que toda a gente sabe disso. Aliás, basta apenas que um qualquer jogador cubra a cabeça usando essa peça de equipamento para ser sancionado.

    Duarte Gomes