Coronavírus

Supermercados impedidos de vender livros, roupa e objetos de decoração

A partir da próxima semana.

Especial Coronavírus

Os supermercados e hipermercados ficam impedidos, a partir da próxima semana, de vender artigos não alimentares, como por exemplo roupa, livros e objetos de decoração, disse esta quinta-feira o ministro da Economia, enquanto apresentava as medidas de apoio ao setor.

"Determinámos o encerramento de um conjunto de atividades comerciais, de lojas comércio retalho e o que está previsto é que seja possível limitar a venda nos super ou hipermercados, grandes superfícies de distribuição alimentar, o tipo de produtos que é comercializado nas lojas cujo encerramento se determina [neste novo confinamento geral]."

Pé de igualdade com as lojas que são obrigadas a fechar

Em causa estão, segundo adiantou Siza Vieira, produtos de decoração, desportivos, livros ou têxteis, ou seja, artigos vendidos nas lojas de retalho que estão obrigadas a encerrar portas a partir desta sexta-feira.

O governante disse ainda que o diploma deverá ser publicado esta sexta-feira de forma a dar tempo aos supermercados e superfícies comerciais semelhantes para retirarem das suas prateleiras os produtos cuja venda será proibida, lembrando, contudo, que para todas as empresas continuam disponíveis as modalidades de venda online ou 'ao postigo'.