Coronavírus

Duas novas estruturas de apoio a hospitais em Lisboa

Um hospital de retaguarda no Estádio Universitário e outro de campanha, na cidade do futebol, na Cruz Quebrada.

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No dia mais letal da pandemia, os hospitais da Grande Lisboa, que há dias acusam a pressão, contam com mais duas estruturas de apoio. Um hospital de retaguarda no Estádio Universitário e outro de campanha, na cidade do futebol, na Cruz Quebrada.

A Grande Lisboa é uma das regiões com mais infetados nesta fase da pandemia e os hospitais têm trabalhado diariamente no fio da navalha.

As duas novas estruturas, que a partir desta quarta-feira recebem doentes covid, são um apoio de peso: o hospital de retaguarda montado no Estádio Universitário, perto do Hospital de Sta Maria, disponibiliza mais 60 camas..

O de campanha, na cidade do futebol, oferece mais 88 e funcionará como enfermaria para doentes que necessitem apenas de cuidados primários.

As unidades de saúde desta região do país, não têm tido tréguas.

O Centro Hospitalar de Lisboa Central, que agrega os Hospitais de S. José, S. Marta, D. Estefânia e Capuchos, tem esta quarta-feira 251 infetados - 205 em enfermaria e 46 na unidade de cuidados intensivos, mais 2 do que há 24 horas.

Em Loures, no Beatriz Ângelo, os profissionais também acusam o cansaço e esticam recursos. Nesta altura tem internados: 215 doentes Covid -19 - 195 em enfermaria e 20 nos cuidados intensivos.

No centro Hospitalar de Lisboa Norte, que junta o Hospital de Santa Maria e o Pulido Valente, não tem sido fácil acorrer a todas as necessidades. Esta quarta-feira tem: 232 doentes covid internados, e destes, 48 estão nos cuidados intensivos.

Ao todo, têm capacidade para 252 pacientes infetados, logo, ainda estão disponíveis 20 camas em enfermaria e cuidados intensivos.

Em Almada, o Garcia de Orta, regista um total de 181 infetados, dos quais 160 estão internados em enfermaria, 18 doentes em Unidade de Cuidados Intensivos e 3 doentes em Hospitalização Domiciliária.

Em Cascais, o hospital tem internados 106 pacientes covid-19 - 92 em enfermaria e 14 nos cuidados intensivos.

Entretanto, continuam ativos os acordos firmados entre o Ministério da Saúde e os setores privado, social e militar que recebem doentes do SNS à medida das solcitações.

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