Coronavírus

Covid-19. Brasil é o país com mais mortes registadas em 24 horas

Cemitério de Belém Novo, em Porto Alegre.

Reuters Photographer

Mantém a terceira posição mundial na lista de países com mais casos.

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O Brasil ultrapassou esta quarta-feira 360 mil mortes (361.884) e 13,6 milhões de casos de covid-19 (13.673.507), após ter somado 3.459 óbitos e 73.513 infeções nas últimas 24 horas, informou o executivo.

Este total não contabiliza o número de mortos e infetados registados no Estado do Ceará que, por problemas técnicos, não reportou os seus dados das últimas 24 horas.

De acordo com o último boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde brasileiro, a taxa de incidência da covid-19 a doença no país, que atravessa o seu momento mais crítico da pandemia, ascendeu esta quarta-feira a 172 mortes e 6.507 casos por 100 mil habitantes.

País com mais mortes em 24 horas

Com os dados difundidos pela tutela da Saúde, o Brasil mantém a segunda posição mundial na lista de países com mais mortos em todo o mundo, e a terceira com mais casos.

Além disso, a nação sul-americana, com 212 milhões de habitantes, continua a ser o país com mais mortes registadas em 24 horas, muito acima dos Estados Unidos ou da Índia.

Estados brasileiros mais afetados

Das 27 unidades federativas do Brasil, as que concentram maior número de infeções são São Paulo (2.686.031), Minas Gerais (1.247.258), Rio Grande do Sul (904.944) e Paraná (893.040).

São Paulo (85.475), Rio de Janeiro (40.091), Minas Gerais (28.636) e Rio Grande do Sul (22.565) são, por sua vez, os Estados com mais vítimas mortais

Vacinação no Brasil

No momento em que a campanha de imunização contra a covid-19 avança lentamente no Brasil, três das 27 capitais estaduais brasileiras paralisaram a aplicação da primeira dose da vacina contra a covid-19 por falta de doses, segundo o portal de notícias G1.

Em causa estão as cidades de João Pessoa, Rio Branco e Salvador, que se juntam assim a outros municípios por todo o Brasil que enfrentam escassez de imunizantes e que tiveram de suspender o processo de vacinação contra a doença.

O ministro da Saúde brasileiro, Marcelo Queiroga, afirmou hoje que o Governo conseguiu antecipar o recebimento de doses da vacina da farmacêutica Pfizer, num total de 15,5 milhões de doses do imunizante até junho.

"Trago para os senhores uma boa notícia: a antecipação de doses da vacina da Pfizer, fruto de ação direta do Presidente da República, Jair Bolsonaro, com o principal executivo da Pfizer, que resulta em 15,5 milhões da Pfizer já nos meses de abril, maio, junho", anunciou o governante.

A quantidade de pessoas vacinadas contra a covid-19 no Brasil, com a primeira dose, chegou a 24.433.064, segundo dados reunidos na terça-feira pelo consórcio de veículos de imprensa. O número representa 11,54% do total da população brasileira.

Já a segunda dose foi aplicada em 7.717.785 pessoas (3,64% da população do país).