Coronavírus

Covid-19. "Milhões em todo o mundo ainda não levaram sequer a primeira dose", relembra OMS

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Tedros Adhanom pede moratória aos países mais desenvolvidos para terceira dose da vacina até ao final deste mês.

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde voltou a pedir aos países mais desenvolvidos que não tornem universal a terceira dose da vacina contra o novo coronavírus, sem que milhões de pessoas em todo o mundo tenham a oportunidade de tomar a primeira.

Ter mais de 70% da população vacinada não significa o fim da pandemia, como se perspetivava no início do ano. Depois do surgimento e rápida propagação da variante delta, o trabalho de acabar com o novo coronavírus tem vindo a ser cada vez mais difícil.

Com a marca atingida na Europa, de mais de 70% da população vacinada, o Centro de Controlo de Doenças Europeu veio dizer que mais do que a terceira dose, são as duas primeiras que estão a evitar as mortes na população europeia.

A mensagem não colide com a que o diretor-geral da OMS tem repetido vezes sem conta, a pensar em todo o mundo.

Tedros Adhanom pediu uma moratória na administração da terceira dose até ao final do mês.

No coração da Europa, o líder da OMS veio homenagear a chanceler alemã, Angela Merkel, pelo papel na luta contra a pandemia. Em Berlim foi inaugurado o Centro para a Inteligência Pandémica e Epidémica, com o objetivo de prevenir futuras pandemias.

Família Real da Bélgica em isolamento

Esta quinta-feira, os monarcas belgas entraram em isolamento depois de terem estado em contacto com uma pessoa infetada com o novo coronavírus. O Palácio Real recusa confirmar, mas a impresa belga está a avançar que um dos filhos testou positivo.

Casos covid-19 disparam na Noruega

Na Noruega o objetivo é passar para a próxima fase do desconfinamento. Contudo, o número de casos covid-19 têm disparado, especialmente, na faixa etária dos 13 aos 19 anos, não permitindo avançar no desconfinamento.

África do Sul não vai continuar a exportar vacinas da Johnson & Johnson

A África do Sul decidiu ainda que não vai continuar a exportar vacinas da Johnson & Johnson produzidas no país da mesma forma que a Índia está a fazer com a AstraZeneca desde abril.

Com a taxa de imunodeprimidos a subir, o Instituto Sérum, o maior fabricante do mundo, espera retomar a exportação e doação de doses até ao final do ano.

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