Coronavírus

Covid-19: Nova Zelândia transforma campanhas de vacinação em grandes eventos

O evento saldou-se num número recorde de vacinas administradas.

Saiba mais...

Na habitual ronda da covid-19 pelo mundo, vamos do fim do mais longo confinamento no mundo, que aconteceu na cidade australiana de Melbourne, até ao número recorde de casos desde que foi decretada a pandemia na Rússia, passando por um incidente em França que envolveu tiros.

Os tiros aconteceram na passada quinta-feira, em França. Fizeram um ferido e aconteceram depois de ter sido negada a entrada numa discoteca a dois homens que não tinham o obrigatório passe de vacinação para quem quer entrar em espaços como bares, restaurantes e cinemas.

Já em agosto, a autoridade sanitária francesa anunciou que estava a crescer o número de falsos certificados de vacinação.

Da Rússia chegam as queixas das autoridades quanto à velocidade da vacinação. Dizem que é lenta e o ministro da Saúde já pediu aos médicos reformados e que já receberam a vacina para voltar aos hospitais para ajudar.

Este domingo, a Rússia diz que atingiu o número máximo de novos casos desde o início da pandemia. No entanto, foram registados menos mortos que no dia anterior.

O número de infetados também continua a subir na Nova Zelândia depois de dois meses de fortes restrições. As campanhas de vacinação estão transformadas em eventos como o que aconteceu no sábado, chamado de “super sábado”, onde nem faltou comida à borla. O evento saldou-se num número recorde de vacinas administradas.

Já a Austrália está a começar a abrir. O confinamento chega ao fim na cidade australiana de Melbourne, confinada seis vezes desde março do ano passado. As autoridades anunciaram também o abrandamento de mais algumas restrições em Sidney.

Ainda assim, as autoridades australianas lembram que à medida que as fronteiras são reabertas e as restrições de viajar são levantadas podem aparecer novos casos e isso faz com o primeiro-ministro seja cauteloso e garanta: "o país não vai ter pressa".

► VEJA MAIS:

  • Esqueçam o atrás...

    Tenham noção

    O recado de Rodrigo Guedes de Carvalho sobre redundâncias. Tenham noção que dizer ou escrever "há cinco anos atrás", "subir para cima" ou "descer para baixo" é desnecessário.

    SIC Notícias