A menos de dois meses da ida às urnas, não são só questões nacionais a preocupar os candidatos. “Este plano de paz apresentado pelos Estados Unidos parece um plano de paz escrito em Moscovo. Este plano de paz apresentado pelos Estados Unidos é um prémio para quem foi o agressor e o invasor da Ucrânia”, diz Marques Mendes
Em Pombal, no concelho onde há 20 anos foi eleito líder do PSD, Marques Mendes já aproveita o embalo de algumas sondagens. “Quando as sondagens são favoráveis, parece que o desespero vem dos outros lados. Mas eu queria dizer aqui a todos os portugueses o seguinte: eu nunca responderei a ataques pessoais com outros ataques pessoais”.
“Ouvi o Dr. Marques Mendes dizer que eu nunca serei presidente da República, porque não tenho nível para isso. Portanto, quem é que está desesperado aqui? Não sou eu, é o Dr. Marques Mendes”, afirma Ventura.
Em Tomar, André Ventura garante que quer fazer desta uma campanha que passa ao lado das polémicas diárias e vira-se para os problemas na saúde. “E quando um destes hospitais tem o serviço de neonatologia a fechar, num país em que já não tem condições para as grávidas terem bebés, em que os serviços não correspondem às necessidades, mais de 60 ou 70 nasceram fora do hospital, quer dizer, onde é que está a Ministra da Saúde? Que responsabilidade é que tem por isto? Que resposta é que tem para isto?”
“Sem medo, sem tibieza, o sistema de saúde em Portugal está corrupto. Ver isto acontecer dia após dia no SNS e não reformar estruturalmente o sistema é irresponsável e é ser cúmplice desta corrupção”, afirma João Cotrim Figueiredo.
O tema também esteve no topo das preocupações de João Cotrim Figueiredo, que apresentou o compromisso eleitoral em Vila Nova de Gaia.
Depois da Suíça e de França, António Filipe teve hoje um encontro com portugueses que vivem no Reino Unido. “O que era necessário era haver mais locais de voto. Para que as pessoas não tivessem de se deslocar todas ao consulado ou à embaixada, pois isso é o seu direito de voto. Eu acho que isso era desejável e poderia permitir, em eleições em que não há voto por correspondência, poder haver maior participação”.
Se chegar a Belém, garante que vai continuar a tradição criada por Marcelo de celebrar o dia 10 de junho com os imigrantes portugueses.