É uma das três autarquias nas mãos do Chega. António José Seguro vem a Albufeira à procura do que faltou na primeira volta das eleições presidenciais.
“Não serei um Presidente da Republica de uma metade dos portugueses contra outra metade. (…) Serei equidistante de todos os partidos”, afirma o candidato apoiado pelo PS.
“Estado tem de ser mais eficiente”
Num jantar onde juntou à mesa os antigos mandatários de Marques Mendes e Gouveia e Melo, Seguro engrossa as criticas ao Governo e apresenta-se como o único capaz de conter os abanões à democracia.
"O Estado tem de ser mais eficiente, porque se o Estado não acudir as pessoas quando elas mais precisam, as pessoas passam a não confiar no Estado e na democracia."
Seguro desce no território, mas sobe a dramatização, sem nunca dizer o nome de André Ventura.
“Se for eleito, serei o Presidente de todos, mesmo dos que não votaram na minha candidatura. As eleições só acabam depois de todos os votos serem contados. Não querem ter pesadelos, pois não?”