Guerra no Médio Oriente

"Israel atuou durante dois anos para chegar até aqui. É um dia muito feliz"

No dia em que começou a libertação dos reféns mantidos em cativeiro pelo Hamas, o porta voz das Forças de Defesa de Israel diz que o país "sempre buscou a paz" e atuou "para salvar a população israelita", embora uma comissão de inquérito da ONU afirme que houve um genocídio em Gaza, onde morreram mais de 67.000 pessoas nos últimos dois anos.

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Começou esta segunda-feira a libertação dos 48 reféns mantidos em cativeiro pelo Hamas (20 com vida e 28 mortos), em troca de cerca de 2.000 palestinianos detidos nas prisões israelitas, de acordo com os termos da primeira fase de um acordo de cessar-fogo assinado por ambas as partes.

Rafael Rosenszajn, porta voz das Forças de Defesa de Israel, celebra um “dia muito feliz” e garante que vão atuar “para que todas as fases do acordo sejam cumpridas”.

O major defende que Israel "sempre buscou a paz" e atuou na Faixa de Gaza "para salvar a população israelita", embora uma comissão de inquérito da ONU afirme que houve um genocídio em Gaza, onde morreram mais de 67.000 pessoas nos últimos dois anos.