Guerra Rússia-Ucrânia

Moscovo diz que ataque à estação de Chaplyne visava carruagens com material de guerra

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Vladimir Putin aprovou o aumento em 10% dos efetivos nas forças armadas.

Vladimir Putin assinou um decreto que prevê o aumento dos efetivos nas forças armadas russas em cerca de 10%. Na Ucrânia, familiares choram a morte pelo menos de 25 civis no ataque desta quarta-feira – o dia em que se assinala a Independência da Ucrânia - na localidade de Chaplyne, no centro do país.

Duas crianças estão entre os 25 civis que perderam a vida nos bombardeamentos que atingiram a pequena localidade de Chaplyne, na região de Dnipropetrovsk.

Segundo o porta-voz do exército russo, o ataque visava carruagens com material de guerra. Moscovo alega ter infligido 200 baixas militares ucranianas, num dia em que houve também ataques em Kharkiv, Mykolaiv, Nikopol e no Donbass.

O ministro dos Negócios Estrangeiros do Governo italiano demissionário visitou a cidade de Kiev e levou um recado direcionado, sobretudo, ao povo italiano.

Vladimir Putin assinou um decreto para aumentar o número de efetivos nas forças russas em cerca de 10% até o início do próximo ano. São mais 137 mil militares para um total de 1.150 mil tropas, 2.040 mil se incluir pessoal administrativo.

Na Rússia começou o julgamento do ex-presidente da câmara de Yakatarinburg, apoiante de Alexei Navalny e acusado de utilizar as palavras “guerra” e “invasão” para se referir ao que Moscovo afirma tratar-se de uma operação especial na Ucrânia. O ex-autarca ficou proibido de utilizar a internet e frequentar locais públicos, mas, se for condenado, pode enfrentar até cinco anos de prisão.

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