Guerra Rússia-Ucrânia

Erdogan oferece ajuda a Putin para tentar resolver crise sobre central nuclear de Zaporijia

Erdogan oferece ajuda a Putin para tentar resolver crise sobre central nuclear de Zaporijia
VYACHESLAV PROKOFYEV / SPUTNIK / KREMLIN POOL
A central nuclear de Zaporijia, a maior da Europa, está desde março ocupada pelas tropas russas no sul da Ucrânia.

O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, ofereceu este sábado ajuda ao seu homólogo russo, Vladimir Putin, para tentar resolver a crise sobre a central nuclear ucraniana de Zaporijia, ocupada por tropas russas.

"O Presidente Erdogan disse que a Turquia pode desempenhar um papel facilitador na central nuclear de Zaporijia, tal como o fez no negócio dos cereais", cujas exportações foram bloqueadas pela guerra, disse a presidência turca numa declaração citada pela agência de notícias France Presse (AFP).

A central nuclear de Zaporijia, a maior da Europa, está desde março ocupada pelas tropas russas no sul da Ucrânia.

Agência de Energia Atómica preocupada com pressão sobre trabalhadores de Zaporijia

Na central nuclear de Zaporijia, a integridade física das instalações e a pressão sobre os trabalhadores ucranianos são as maiores preocupações do líder da agência internacional de energia atómica.

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Está agora de regresso a casa depois de uma estadia de cinco dias em território ucraniano e foi na Áustria que Rafael Grossi respondeu às perguntas dos jornalistas, onde enumerava as maiores preocupações com a central nuclear de Zaporijia.

No pouco tempo que esteve na central nuclear, o líder da agência internacional de energia atómica teve tempo para analisar as instalações e até questionou as autoridades russas sobre a posição do projétil cuja orientação indica ter vindo dos territórios ocupados por Moscovo.

Por agora, seis dos 14 membros da equipa internacional permanecem nas instalações que, a partir de agora terão uma presença permanente de dois peritos da agência internacional de energia atómica. Mas para o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, a decisão não é suficiente para garantir a segurança da central e pede a desmilitarização da mesma.

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