Guerra Rússia-Ucrânia

Agência de Energia Atómica preocupada com pressão sobre trabalhadores de Zaporijia

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Rafael Grossi já regressou a casa, mas a central nuclear não deixará de ter vigilância uma vez que contará com a presença permanente de dois peritos. Zelensky considera que a decisão não é suficiente para garantir a segurança.

Na central nuclear de Zaporijia, a integridade física das instalações e a pressão sobre os trabalhadores ucranianos são as maiores preocupações do líder da agência internacional de energia atómica.

Rafael Grossi diz que no início da próxima semana, haverá um relatório detalhado sobre a situação na maior central da Europa.

Está agora de regresso a casa depois de uma estadia de cinco dias em território ucraniano e foi na Áustria que Rafael Grossi respondeu às perguntas dos jornalistas, onde enumerava as maiores preocupações com a central nuclear de Zaporijia.

No pouco tempo que esteve na central nuclear, o líder da agência internacional de energia atómica teve tempo para analisar as instalações e até questionou as autoridades russas sobre a posição do projétil cuja orientação indica ter vindo dos territórios ocupados por Moscovo.

Por agora, seis dos 14 membros da equipa internacional permanecem nas instalações que, a partir de agora terão uma presença permanente de dois peritos da agência internacional de energia atómica. Mas para o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, a decisão não é suficiente para garantir a segurança da central e pede a desmilitarização da mesma.

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