Guerra Rússia-Ucrânia

União Europeia prolonga sanções aos russos

União Europeia prolonga sanções aos russos
Chris McGrath
Sanções continuarão a ser aplicadas a 1.206 pessoas e 108 entidades.

O Conselho da União Europeia decidiu prolongar, por mais seis meses, as sanções impostas a pessoas e entidades consideradas responsáveis por ameaçar a integridade territorial, a soberania e a independência da Ucrânia.

As medidas punitivas existentes prevêem restrições de viagem, congelamento de bens e proibição de disponibilizar fundos ou outros recursos económicos para indivíduos e entidades na lista negra.

Desta forma, as sanções continuarão a ser aplicadas a 1.206 pessoas e 108 entidades.

Além de sancionar políticos de alto escalão, oligarcas, militares e propagandistas, a UE também tomou medidas sem precedentes destinadas a enfraquecer significativamente a economia da Rússia, privando-a de tecnologias e mercados críticos e reduzindo significativamente a sua capacidade de operar uma guerra.

O Conselho também condenou os ataques "indiscriminados" da Rússia contra a população civil e a infraestrutura civil, e instou Moscovo a retirar imediata e incondicionalmente todas as suas tropas e equipamentos militares da Ucrânia.

Da mesma forma, pediu respeito pelo direito internacional humanitário e enfatizou que a Rússia, a Bielorrússia e todos os responsáveis por crimes de guerra terão que ser responsabilizados pelas suas ações.

Por último, salientou o empenho da UE em ajudar a Ucrânia a "exercer o seu direito inerente de autodefesa contra a agressão russa e a construir um futuro pacífico, democrático e próspero".

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