Guerra Rússia-Ucrânia

"Putin sabe que para a Rússia o momento não é fácil, por mais que tente mostrar o contrário"

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A análise do comentador da SIC, Germano Almeida.

Várias bases russas em pleno território russo foram atacadas, como Diaghilev, a 600 km da fronteira com a Ucrânia, que acolhe os Tupolev e bombardeiros russos.

"O Instituto para os Estudos de guerra indica que terão sido operações ucranianas, o que mostra que a Ucrânia terá neste momento capacidade para atacar solo russo em profundidade, não perto da fronteira, mas também não é tão afastado que possam ser grupos internos de contestação ao Kremlin. Nenhuma das hipóteses é boa para Putin".

Zelensky visitou a frente de batalha no Dia das Forças Armadas, no mesmo dia em que foi nomeado Personalidade do Ano pelo Financial Times.

O comandante das tropas ucranianas Petroski denunciou a um jornal espanhol que o grupo Wagner lança prisioneiros para a frente de batalha, classificando a situação condenável mesmo em tempo de guerra.

Os prisioneiro "são lançados para a linha da frente e abatidos, como espécie de iscos humanos. Os resultados serão campos cobertos de cadáveres. Esses prisioneiros têm como função detetar pontos de tiro do inimigo".

O grupo Wagner é paralelo ao Exército oficial russo, mas trabalha em conjunto e está a tentar tomar Bakhmut .

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