Guerra Rússia-Ucrânia

Reino Unido, França e Alemanha articulam resposta ao plano de Trump para acabar com guerra na Ucrânia

Donald Trump disse este sábado que a proposta de acordo para a Ucrânia não está, afinal, fechada. Vários líderes europeus assinaram uma declaração conjunta, na qual afirmam que o plano de paz norte-americano requer trabalho adicional. 

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Em contagem decrescente para o prazo imposto por Trump, Reino Unido, França e Alemanha tentam articular uma resposta conjunta ao plano dos Estados Unidos para pôr fim à guerra na Ucrânia. 

Numa discussão mais alargada, à margem da cimeira do G20 em Joanesburgo, os países do G7 e os líderes da Comissão e do Conselho europeus focaram-se no encontro de delegações da Ucrânia, EUA e Europa, marcado para este domingo, na Suíça. 

A administração Trump advertiu Kiev que, caso não assine o plano de paz até quinta-feira, enfrentará um acordo muito pior no futuro. Isto já depois de ameaçar não partilhar informações das Secretas com os militares ucranianos. 

Zelensky afirma que está em jogo muito mais do que um ou outro ponto do acordo, ou qualquer documento. 

Donald Trump fixou o Dia de Ação de Graças, como data-limite para o Presidente ucraniano aceitar o acordo, que prevê condições como ceder território, aceitar a redução das forças armadas e renunciar à adesão à NATO. 

O documento reflete ainda outras reivindicações de Moscovo entre elas uma amnistia, a reintegração da Rússia no G8, o levantamento progressivo das sanções e marcação de eleições na Ucrânia num prazo de 100 dias, que Putin vê como oportunidade para afastar Zelensky do poder.