O Presidente da Ucrânia admitiu, esta segunda-feira, a possibilidade de desistir da entrada na NATO em troca de garantias de segurança ocidentais semelhantes às oferecidas aos membros da Aliança.
O Kremlin já reagiu e diz que esta é uma questão fundamental para o avanço das negociações.
Apesar desta eventual cedência, há outras, nomeadamente territoriais, que Kiev rejeita fazer, mesmo com a pressão de Washington para que abandone o Donbass.
Esta semana pode ser decisiva. Berlim e Bruxelas são palco de novas negociações sobre o futuro da Ucrânia.
Em Bruxelas, tenta-se encontrar uma solução para o financiamento da Ucrânia nos próximos dois anos. A alta representante da União Europeia voltou a dizer que a melhor opção é utilizar os recursos russos imobilizados.
A União Europeia aprovou, na semana passada, por maioria, mas com votos contra da Hungria e da Eslováquia, a decisão de manter os ativos russos imobilizados indefinidamente, servindo de base ao empréstimo de reparações à Ucrânia.
